O mandarim, considerado um 'tabu' por muitos cabo-verdianos, começa a ganhar espaço entre jovens que veem na língua chinesa uma porta para oportunidades académicas e profissionais. Apesar dos avanços, a língua ainda é vista como 'difícil e distante' por muitos estudantes. A directora nacional do Instituto Confúcio defende uma maior valorização do mandarim no sistema educativo, destacando que muitos estudantes viajavam para a China sem conhecimento da língua. Atualmente, o mandarim é introduzido no ensino secundário, mas é uma disciplina opcional. A história de Nara Vaz, que se tornou professora de mandarim após uma oportunidade de estudo na China, exemplifica como uma oportunidade pode transformar-se numa profissão. Professores defendem que o ensino deve ir além da sala de aula, através de atividades culturais e iniciativas que permitam um contato mais descontraído com a língua.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoCresce interesi pa mandarim entre jovens kabu-verdianus
Mandarim, considerado un 'tabu' pa muitos kabu-verdianus, ta ganhá espaço entre jovens que ta vê na língua chinesa un porta pa oportunidades di estudu e trabadju. Apesar di avansu, língua ainda é vista komu 'difícil e distante' pa muitos estudantes. Diretora nacional di Instituto Confúcio ta defende un maior valorizason di mandarim na sistema edukativu, destacandu que muitos estudantes ta viaja pa China sem conhecimento di língua. Atualmente, mandarim é introduzidu na ensino secundário, mas é un disciplina opcional. História di Nara Vaz, que se tornó professora di mandarim após un oportunidade di estudu na China, é un exemplo di komu un oportunidade pode transforma-se numa profissão. Professores ta defende que ensino deve ir além di sala di aula, através di atividades culturais e iniciativas que permite un contato mais descontraído ku língua.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.

