As bonecas Alkebulanis são mais do que brinquedos; são narrativas sobre a diversidade africana, refletindo beleza e cultura. O projeto, que assumiu a identidade Alkebulanis em 2025, é liderado por Edmara Cunha, que busca colocar a ancestralidade africana no centro de suas criações. O nome Alkebulan, um dos mais antigos para o continente africano, significa 'terra dos povos negros' e representa uma declaração sobre a visão da criadora em relação ao continente e suas raízes. As bonecas, que inicialmente eram personalizadas, passaram a ser procuradas nas redes sociais, refletindo a ausência de representação para crianças negras. A maioria das bonecas apresenta pele negra, mas a marca também trabalha com diferentes tons de pele, promovendo a diversidade. Edmara utiliza as redes sociais para discutir cultura e identidade africana, e cada boneca conta uma história sobre beleza e resistência, aproximando o trabalho de uma dimensão de ativismo cultural.