O coordenador da plataforma “Unir e Resgatar a UNTC-CS” considera que a atual secretária-geral da UNTC-CS, Joaquina Almeida, perdeu legitimidade para continuar a liderar a organização, após a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que anulou o congresso realizado em 2022. Eliseu Tavares pede intervenção do Governo, classificando a decisão como um momento histórico para a reposição da legalidade na central sindical. Ele explicou que a decisão do STJ confirma uma decisão anterior do Tribunal da Relação e tem consequências sobre os atos do congresso de 2022, incluindo a eleição da atual secretária-geral. Tavares também destacou que as alterações nos estatutos da UNTC-CS foram anuladas pelos tribunais e acusou a liderança atual de promover a criação de estruturas sindicais consideradas ilegítimas. A plataforma anunciou que vai avançar com uma ação no Tribunal do Trabalho da Praia para limitar os poderes da secretária-geral, defendendo que sua atuação deve ser provisória até que uma solução seja encontrada. A disputa interna na UNTC-CS continua dependente dos próximos desenvolvimentos judiciais.