A Associação dos Condutores e Fiscalizadores das Paragens Norte de Santa Catarina de Santiago exigiu ao Governo e à ARME uma intervenção urgente para clarificar e regular os preços dos hiaces. A associação questiona a decisão da ARME de se declarar sem competência para regular os hiaces, que operam com rotas e horários definidos. Os condutores alertam que a ausência de uma referência comum de preços pode agravar as dificuldades enfrentadas pelas famílias que dependem destes transportes. A ACFPNSC recorda uma intervenção anterior do Governo e da ARME durante uma crise no setor, onde foram estabelecidas regras de preços e sanções para incumprimentos. A associação critica a falta de uma intervenção semelhante atualmente e pede que o Governo atue como mediador entre operadores, a entidade reguladora e passageiros, especialmente com o aumento dos custos de operação. A ARME esclareceu que não aprova ou atualiza os preços dos hiaces, pois não se enquadram legalmente como transporte público regular coletivo de passageiros.