A crónica aborda a identidade cultural de Cabo Verde, destacando a importância da criatividade na vida da cidade de Mindelo. A autora critica a presença excessiva de artesanato africano importado, que confunde os visitantes sobre o que é realmente cabo-verdiano. Ela defende que o artesanato de origem africana deve ser claramente identificado e que o artesanato local deve ter espaço e visibilidade. A autora enfatiza que Cabo Verde possui artistas e artesãos talentosos, mas carece de uma estratégia que permita que essa criatividade seja valorizada e dignificada no mercado.