O grupo parlamentar do MpD anunciou que o relatório do Conselho das Finanças Públicas (CFP) sobre o Orçamento reprogramado de 2026 afasta as acusações de contas ocultas e derrapagem orçamental feitas pelo primeiro-ministro. O líder da bancada do MpD, Luís Carlos Silva, afirmou que o aumento do orçamento se deve a alterações orçamentais e à integração de novos financiamentos. Ele rejeitou a existência de derrapagem orçamental, destacando que a execução da despesa até Maio correspondeu a 33,6% do orçamento atualizado. O CFP não evidenciou desequilíbrio de curto prazo, mas assinalou deterioração em relação ao ano anterior. Silva criticou as declarações do primeiro-ministro sobre contas ocultas e pediu uma retratação pública, afirmando que o primeiro-ministro não deve usar o nome de Cabo Verde para ganhos políticos. O CFP recomendou ao Governo a publicação de um quadro consolidado de atos de alteração orçamental.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoRelatóriu di Konselhu di Finansas Públikas afasta akusason di kontas okultas i derrapajen orçamental
Grupu parlamentar di MpD anunsiá que relatóriu di Konselhu di Finansas Públikas (CFP) sobre Orçamento reprogramadu di 2026 afasta akusason di kontas okultas i derrapajen orçamental feitu pa primeiro-ministro. Líder di bancada di MpD, Luís Carlos Silva, afirmá que aumentu di orçamentu é dû pa alterason orçamentais i integraçon di novus financiamentos. El rejeitá eksistensia di derrapajen orçamental, destacandu que eksaçon di despesa até Maiu korrespondé a 33,6% di orçamentu atualizadu. CFP não evidensia desequilibriu di kurti prazu, mas assinalá deteriorason em relason a anu anterior. Silva kritiká deklarason di primeiro-ministro sobre kontas okultas i pedí retrataçon públika, afirmandu que primeiro-ministro não deve uzá nomi di Cabo Verde pa ganhu polítiku. CFP rekomendá pa Governu publiká un kuadru konsolidá di atos di alterason orçamentais.
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