O ministro da Saúde, Lúcio Fernandes, anunciou que o pagamento de retroactivos e melhorias salariais no Plano de Carreiras, Funções e Remunerações (PCFR) só será possível em 2027, devido à falta de margem no Orçamento do Estado. Ele explicou que a prioridade do orçamento rectificativo foi salvar o sistema nacional de saúde da escassez de fármacos e insumos médicos. O Governo alocou 300 milhões de escudos para pagar fornecedores e comprar medicamentos, após o sector registar um saldo negativo. O ministro também destacou que as soluções financeiras para a carreira médica só serão viáveis no orçamento de 2027 e que já começaram os trabalhos de preparação do orçamento para esse ano.