O ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba, Bruno Rodríguez, acusou o secretário de Estado norte-americano de ter como objetivo impedir o governo cubano de garantir serviços básicos à população, em resposta a novas sanções dos EUA. As sanções visam três autoridades cubanas e nove entidades estatais ligadas a setores como mineração e comércio, obstruindo o transporte de alimentos, medicamentos e equipamentos médicos adquiridos por micro, pequenas e médias empresas cubanas. Rodríguez classificou as sanções como uma obsessão falhada contra Cuba, que se junta a outras medidas contra o atual Presidente e o ex-presidente do país. A pressão dos EUA, incluindo um embargo petrolífero e novas sanções, agravou a situação precária da nação caribenha.