O Sindicato Democrático de Professores (Sindprof) contesta a interpretação do Ministério da Educação sobre a aplicação do artigo 70.º-A da Lei do Emprego Público, afirmando que vários docentes estão a ser prejudicados no reconhecimento do tempo de serviço. O Sindprof recebeu reclamações de professores sobre as datas contratuais das listas publicadas pelo Ministério e que alguns docentes só poderão ter um contrato considerado 'legítimo' após 18 meses de contratação. O sindicato exige esclarecimentos públicos e critica a interpretação que considera que o artigo 70.º-A foi criado para permitir a contratação de docentes sem concurso apenas em situações de urgência. O Sindprof argumenta que a norma visa assegurar a continuidade do serviço público de educação e não criar precariedade laboral. O sindicato também contesta a desvalorização da experiência dos docentes e pede que sejam consideradas as avaliações de desempenho e outros elementos que comprovem a qualidade do trabalho dos professores. O Sindprof defende que o tempo de serviço efetivamente prestado deve ser reconhecido e que o Ministério da Educação deve esclarecer os critérios utilizados para determinar as datas contratuais.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoSindprof kontesta interpretason di Ministériu di Edukason sobre kontratu di dociêntes na base di artigu 70.º-A
Sindikatu Demokrátiku di Professores (Sindprof) ta kontesta interpretason di Ministériu di Edukason sobre aplikason di artigu 70.º-A di Lei di Empregu Públiku, afirmandu ki vários dociêntes ta ser prejudikadu na rekonhesimentu di tempu di servisu. Sindprof reçebi reclamações di professores sobre datas kontratuais di listas publikadas pa Ministériu i ki alguns dociêntes so podi teni un kontratu konsideradu 'legítimu' dpois di 18 meses di kontratu. Sindikatu ta exige klarifikason públiku i ta kritika interpretason ki konsidera ki artigu 70.º-A foi kredu pa permiti kontrata di dociêntes sen konkursu so na situason di urgência. Sindprof argumenta ki norma ta visa asigura kontinuidade di servisu públiku di edukason i ka kreá precariedade laboral. Sindikatu tanbê ta kontesta desvalorizason di eksperiensia di dociêntes i ta pede ki seja konsideradu avaliaçon di despenho i outus elementus ki komprovea qualidade di trabadju di professores. Sindprof defende ki tempu di servisu efetivamente prestadu deve ser rekonhesidu i ki Ministériu di Edukason deve esclarece kriterius utilizadu pa determina datas kontratuais.
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