A ilha do Sal recebeu a exposição itinerante '35 Anos de Democracia e Liberdade em Cabo Verde', inaugurada pelo ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Augusto Veiga. Durante a cerimónia, Veiga enfatizou a necessidade de descentralizar a mostra, permitindo que mais pessoas tenham acesso à história do país, e destacou o caráter científico da exposição, que não é partidarizada. José Maria Borges, presidente do IANCV, explicou que a exposição é o resultado de um trabalho de investigação documental estruturado em cinco secções, com o objetivo de incentivar a reflexão e novas pesquisas sobre a história recente de Cabo Verde. Júlio Lopes, presidente da Câmara Municipal do Sal, sublinhou a importância dos arquivos na preservação da memória histórica e o compromisso da autarquia em educar as novas gerações sobre os eventos que moldaram o país desde a independência. A exposição, promovida pelo Instituto do Arquivo Nacional, seguirá para outras ilhas, com a intenção de valorizar a memória coletiva e reforçar o conhecimento sobre o processo democrático em Cabo Verde. A mostra propõe uma abordagem histórica e documental, destacando o momento decisivo de 13 de Janeiro de 1991, que marcou a transição democrática no país. Com documentos de arquivo, fotografias e conteúdos explicativos, a exposição convida o público a revisitar os principais marcos da democracia, evidenciando os desafios e conquistas do Estado democrático cabo-verdiano. A iniciativa também incluiu a visita de formandos de um Workshop sobre Gestão de Documentos de Arquivo, que puderam explorar a exposição de forma guiada, enriquecendo seus conhecimentos.
Cultura
Sal acolhe exposição sobre 35 Anos de Democracia e Liberdade
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