Durante um fórum de investimento em Miami, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma declaração polêmica ao afirmar que "Cuba é a próxima" na sua lista de alvos, após o Irão. Trump elogiou as forças armadas dos EUA e insinuou que a administração cubana está à beira do colapso, sugerindo que poderia haver uma mudança de regime na ilha. Ele pediu à mídia para ignorar suas declarações, mas reafirmou que Cuba está em uma situação crítica e que poderia haver uma tomada de controle, que poderia ser amigável. A tensão entre os dois países aumentou significativamente após um incidente em que a Guarda Costeira cubana matou quatro tripulantes de uma lancha americana, alegando que a embarcação não obedeceu a ordens de parada. Trump já havia declarado que Cuba "vai cair muito em breve", insinuando que o governo cubano está desesperado por um acordo com os Estados Unidos. Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, também se pronunciou sobre a situação, afirmando que é necessário mudar o sistema que governa Cuba para que o país tenha um futuro melhor. As ameaças constantes dos EUA levaram Cuba a se preparar para uma possível agressão militar, com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros afirmando que as forças armadas cubanas estão em alerta. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, já denunciou as ameaças dos EUA, que ocorrem quase diariamente, e a situação entre os dois países continua a ser tensa. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos dessa relação conturbada.