Vigário Luís Balanta, de 35 anos, foi encontrado morto em Ndam Lero, próximo de Nhacra, após ter desaparecido desde janeiro. O presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, expressou sua indignação e destacou que a execução sumária do ativista representa um grave risco ao exercício dos direitos fundamentais no país. O Governo de transição condenou a morte de Balanta, classificando-a como um ato bárbaro que ofende a dignidade humana. O movimento 'Po di Terra', liderado por Balanta, tem sido uma voz ativa contra o golpe de Estado de novembro de 2025 e exige a restauração da ordem constitucional.

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Ativista Vigário Luís Balanta assassinado na Guiné-Bissau
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