Mais de um ano após as primeiras denúncias de irregularidades na ACD, a situação permanece tensa com acusações entre Bernardino Gonçalves, o ex-presidente, e Joana Almada, a atual presidente. Gonçalves foi destituído em julho de 2025, mas afirma que não existem provas formais que sustentem as acusações contra ele, levantando dúvidas sobre a veracidade das denúncias. Gonçalves também critica a atual direção, alegando uma grave crise institucional e financeira na ACD, e denuncia uma redução drástica na produção de próteses desde a sua saída. A atual presidente, Joana Almada, refuta as alegações do ex-presidente, acusando-o de desinformação e de comportamentos prejudiciais à associação. A disputa entre os dois líderes culminou em ações judiciais, com Gonçalves apresentando queixas de difamação contra membros da atual direção. A ACD, por sua vez, promete usar todos os meios legais para proteger sua reputação e afirma que não responderá mais publicamente às declarações do ex-presidente, que considera prejudiciais para a causa da associação.