Donald Trump, o Presidente dos Estados Unidos, expressou novamente a sua insatisfação com a NATO, afirmando que a aliança não esteve presente quando foi necessária durante o conflito no Irão. Durante um encontro com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, Trump destacou a sua frustração com a falta de apoio dos aliados e recordou a sua exigência à Dinamarca sobre a Gronelândia. Rutte, por sua vez, reconheceu o descontentamento de Trump, mas afirmou que o encontro foi produtivo e que a NATO está a passar por um processo de transformação. Rutte também comentou que, apesar das críticas de Trump, ele ouviu atentamente os argumentos sobre a situação na Europa em relação à guerra no Irão. O secretário-geral da NATO admitiu que nem todos os países europeus cumpriram os seus compromissos, o que justifica a frustração do Presidente norte-americano. A reunião, que durou cerca de duas horas, ocorreu em um contexto de crescente tensão entre Trump e os membros da aliança, especialmente em relação à operação no Estreito de Ormuz. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reiterou que o futuro da participação dos Estados Unidos na NATO está em aberto, e que Trump já abordou a possibilidade de retirada da aliança. A visita de Rutte a Washington foi marcada por discussões sobre o conflito no Irão e os esforços para negociar o fim da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, além de reforçar a coordenação entre os aliados da NATO. A situação continua a ser monitorada de perto, dado o clima de descontentamento e as críticas públicas de Trump aos seus aliados.