O artigo discute as fragilidades estruturais que afetam Cabo Verde, destacando o recente caso na saúde como um exemplo evidente. Apesar de discursos políticos otimistas, o autor argumenta que existe um excesso de amadorismo e falta de visão estratégica nas estruturas governativas, o que contribui para o desenvolvimento lento do país. Comparando Cabo Verde com países como Singapura e Coreia do Sul, o autor enfatiza a importância de investir em educação de qualidade para formar decisores políticos mais qualificados. A raiz do problema está no baixo nível do capital humano e social, e é fundamental mudar o sistema educativo para promover o pensamento crítico e a autonomia intelectual.