Gilson Alves emitiu um direito de resposta em relação à Deliberação Nº32/CR-ARC/2026, onde nega ter sido proibido pelo Tribunal de fazer discursos. Alves destaca que a informação divulgada pelo Ministério Público em seu website é falsa e não representa a verdade oficial. Ele menciona que o despacho do Juiz claramente negou a suspensão de seus direitos políticos, e que apenas o Ministério Público pode esclarecer as razões para a má interpretação da decisão judicial. O caso levanta questões sobre a transparência e a precisão das informações divulgadas por entidades oficiais.