A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um relatório durante a Cimeira Mundial da Hepatite, que revela que, apesar dos avanços desde 2015, a hepatite viral continua a ser um desafio significativo. Em 2024, as hepatites virais B e C causaram 1,34 milhões de mortes, com mais de 4.900 novas infeções diárias. A OMS aponta que a prevalência de hepatite B entre crianças menores de cinco anos diminuiu, mas as taxas de progresso são insuficientes para atingir as metas estabelecidas para 2030. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, enfatizou que a eliminação da hepatite é possível com um compromisso político sustentado e financiamento adequado. No entanto, muitos ainda permanecem sem diagnóstico e tratamento devido a estigmas e sistemas de saúde frágeis. A região africana da OMS é particularmente afetada, representando 68% das novas infeções por hepatite B. O relatório também destaca que, em 2024, apenas 5% das pessoas com hepatite B crónica estavam a receber tratamento, e apenas 20% das pessoas com hepatite C foram tratadas desde 2015. As mortes relacionadas com a hepatite B e C são mais prevalentes em regiões como a África e o Pacífico Ocidental, onde a falta de acesso a cuidados de saúde adequados continua a ser um problema crítico. Apesar dos desafios, a OMS acredita que o progresso em alguns países demonstra que a eliminação da hepatite como problema de saúde pública é viável.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoOMS avisa ki hepatite viral ainda é un 'desafiu' mésmu ku avansu
Organizaçon Mundial di Saúde (OMS) divulga un relatóriu durant di Cimeira Mundial di Hepatite, ki ta revela ki, mésmu ku avansu desde 2015, hepatite viral continua a ser un desafiu signifikativu. Na 2024, hepatites virais B i C causou 1,34 milions di morti, ku mais di 4.900 novas infeções diáriu. OMS ta aponta ki prevalência di hepatite B entre krinças más di cinco anos diminuiu, mas taxas di avansu é insufisienti pa atinji metas estabelecidas pa 2030.
Diretor-geral di OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, enfatiza ki eliminaçon di hepatite é possível ku un komitmentu polítiku sustentadu i finansamentu adequadu. Más, muitos ainda ta fica sem diagnóstiku i tratamentu por causa di estigmas i sistemas di saúde frágeis. Região africana di OMS é particularmente afetuada, representandu 68% di novas infeções di hepatite B.
Relatóriu tamién destaca ki, na 2024, apenas 5% di pessoas ku hepatite B cróniku estavan a recebe tratamentu, i apenas 20% di pessoas ku hepatite C foren tratadas desde 2015. Mortes relasionadu ku hepatite B i C é más prevalente na regiões como África i Pacífico Ocidental, undi falta di akse a cuidados di saúde adequadu continua a ser un problema kritiku. Mésmu ku desafius, OMS kre ki avansu en alguns países mostra ki eliminaçon di hepatite como problema di saúde pública é viável.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.



