O presidente dos EUA, Donald Trump, fez novas ameaças em relação a Cuba, sugerindo que os Estados Unidos poderiam 'assumir o controle' da ilha. Ele mencionou a possibilidade de enviar o porta-aviões USS Abraham Lincoln para a costa cubana, afirmando que isso poderia levar à rendição do governo cubano. Trump criticou a administração cubana, chamando-a de 'terrivelmente mal administrada' e insinuou que a situação em Cuba justifica uma intervenção militar. As declarações de Trump surgem em um contexto de crescente tensão entre Washington e Havana, especialmente após o anúncio de novas sanções contra o governo cubano. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, respondeu às ameaças e sanções, afirmando que elas reforçam o bloqueio econômico imposto pelos EUA e demonstram a 'falência moral' de Trump. Além disso, Trump declarou um 'estado de emergência nacional' em relação a Cuba, alegando que a ilha representa uma 'ameaça incomum e extraordinária' para a segurança dos EUA. Essas alegações têm sido consistentemente rejeitadas por Cuba, que se defende contra as acusações de aliança com países hostis e de abrigar grupos terroristas. As tensões entre os dois países têm raízes profundas, com mais de seis décadas de embargo econômico que impactam severamente a economia cubana. A retórica agressiva de Trump parece ser uma tentativa de desviar a atenção de suas dificuldades no Oriente Médio, ao mesmo tempo que intensifica a pressão sobre Cuba.