Um grupo de jovens timorenses está a mobilizar-se para garantir que a sua voz seja ouvida na Assembleia Geral da ONU, onde será discutida uma resolução sobre justiça climática. Eles acreditam que a resolução é crucial para abordar as desigualdades que as mudanças climáticas exacerbam, especialmente em países vulneráveis como Timor-Leste. Os jovens argumentam que a justiça climática não é apenas uma questão ambiental, mas também um imperativo social e econômico. Eles destacam a necessidade de ações concretas que garantam que as comunidades mais afetadas pelas mudanças climáticas tenham acesso a recursos e apoio. A mobilização dos jovens é parte de um movimento global que visa aumentar a conscientização sobre a urgência da crise climática e a necessidade de soluções justas e equitativas. Com o apoio da comunidade internacional, eles esperam que a resolução da ONU leve a compromissos significativos por parte dos governos para enfrentar esta crise.