A Comissão Nacional de Eleições (CNE) respondeu às declarações de Francisco Carvalho sobre a sua atuação nas eleições de 17 de maio, especialmente em relação à alegada oferta de cestas básicas. A CNE deixou claro que não tem competência para investigar supostos crimes eleitorais, afirmando que não possui poderes de polícia criminal ou de investigação. Em comunicado, a CNE rejeitou a acusação de omissão e explicou que sua função é encaminhar denúncias ao Ministério Público, o que foi feito com um pedido de investigação. Além disso, a CNE enfatizou que não produz cadernos eleitorais e que essa responsabilidade cabe às Comissões de Recenseamento Eleitoral, conforme estipulado no Código Eleitoral. A CNE defendeu a necessidade de restaurar a credibilidade institucional do órgão e o bom nome de seus membros, solicitando uma correção pública das declarações feitas por Carvalho.