O Movimento para a Democracia (MpD) não deve ser liderado por quem apenas possui experiência administrativa, mas sim por aqueles que têm uma visão de Estado e um forte caráter moral. O artigo critica a tendência de reduzir a liderança do partido a um mero cumprimento de requisitos administrativos, enfatizando que a verdadeira liderança exige amor pela causa da liberdade e a capacidade de inspirar outros. Exemplos históricos, como o de Carlos Veiga, mostram que a experiência política não é o único critério para a liderança, mas sim a proximidade às causas do povo e a audácia de desafiar o status quo. O autor apela a um debate mais profundo sobre os valores que devem guiar a escolha do próximo líder do MpD.