Um dia após vencer as eleições legislativas, o PAICV enviou uma carta ao Comando das Unidades Especiais da Polícia Nacional pedindo a substituição do Corpo de Guarnição que protege Francisco Carvalho. No documento, o partido expressa desconfiança em relação aos agentes atuais e sugere que o subcomissário Daniel Lopes Varela assuma a liderança de uma nova equipe de guarda-costas. Apesar de reconhecer o profissionalismo do grupo durante a campanha, a carta enfatiza a importância de uma relação de confiança entre os seguranças e o futuro Primeiro-Ministro. A missiva destaca que o próprio presidente do PAICV tinha reservas quanto à designação do grupo de guarnição desde o início. O PAICV não especifica as razões exatas para a desconfiança, mas fontes indicam que há preocupações sobre a lealdade de alguns membros da equipe, sugerindo que possam estar infiltrados ou atuando como agentes duplos. Além disso, a ficha de alguns guarda-costas levanta suspeitas, com alegações de envolvimento em atividades ilícitas. As preocupações do PAICV refletem a necessidade de garantir a segurança do futuro Primeiro-Ministro, especialmente em um contexto político sensível. O partido aguarda uma resposta do comando policial sobre o pedido de substituição, que foi marcado como