A Organização Meteorológica Mundial (OMM) revelou que, em 2025, mais de 3.000 pessoas perderam a vida e 13 milhões foram afetadas por fenómenos meteorológicos extremos no continente africano. O relatório enfatiza que os impactos das alterações climáticas são visíveis em toda a África, manifestando-se através do aumento das temperaturas, subida do nível do mar, cheias e secas devastadoras. A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, sublinhou a importância dos alertas precoces e da ação coordenada para proteger vidas e meios de subsistência. O relatório, que compila informações de especialistas e serviços meteorológicos, indica que apenas 40% dos países africanos possuem sistemas de alerta precoce multirriscos, essenciais para salvar vidas. Apesar das dificuldades, houve progressos na cooperação entre serviços meteorológicos e autoridades locais, bem como melhorias nos serviços climáticos, como previsões sazonais. Em 2025, a temperatura média anual em África foi 0,51 graus centígrados acima da média de 1991-2020, e os glaciares africanos perderam mais de 90% da sua área desde o século XIX. O relatório também menciona que os ciclones tropicais e as cheias afetaram severamente a África Austral, com Moçambique a registar mais de um milhão de pessoas afetadas por ciclones em 2025.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoMais de 3.000 Mortus e 13 Milhões Afetadus pa Fenómenos Klímátikus na África em 2025
Organização Meteorológika Mundial (OMM) revelá que, em 2025, mais de 3.000 pessoas perdi a vida e 13 milhões foi afetadus pa fenómenos meteorológikus extremus na kontinente africanu. Relatóriu enfatiza que impactos di mudançes klímátikus é visível na toda África, manifestandu-se através di aumentu di temperaturas, subida di nível di mar, cheias e secas devastadoras. Secretária-geral di OMM, Celeste Saulo, sublinhou importância di alertas préku e ação koordinadu pa proteje vidas e meios di subsistência.
Relatóriu, ki kumpila informações di especialistas e serviços meteorológikus, indica que apenas 40% di países africanus ten sistemas di alerta préku multirriskus, essensial pa salvá vidas. Dja, apesar di dificuldades, houve progressus na kooperason entre serviços meteorológikus e autoridades lokais, bem como melhorias nos serviços klímátikus, como previsões sazonais.
Em 2025, temperatura média anual em África foi 0,51 graus centígrados acima di média di 1991-2020, e glaciares africanus perdi mais di 90% di sua área desde século XIX. Relatóriu tamién menciona ki ciclones tropikais e cheias afetá severamente África Austral, ku Moçambique a regista mais di um milhão di pessoas afetadus pa ciclones em 2025.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.



