Uma médica destacou que o estigma associado às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e o receio de serem julgados ainda afastam muitos jovens do rastreio. Apesar dos avanços na medicina e na conscientização, muitos jovens hesitam em procurar serviços de saúde devido a preocupações sobre a privacidade e o julgamento social. A especialista enfatizou a importância de campanhas educativas que abordem não apenas a saúde sexual, mas também a desmistificação das ISTs. Ela argumentou que a educação é fundamental para mudar a percepção negativa que muitos têm sobre essas infecções. Além disso, a médica sugeriu que as instituições de saúde devem criar ambientes mais acolhedores e seguros, onde os jovens se sintam à vontade para buscar ajuda. A falta de informação e o medo do estigma podem levar a consequências graves, como a propagação de doenças e a deterioração da saúde pública. Por fim, a especialista fez um apelo para que a sociedade como um todo se envolva na luta contra o estigma, promovendo uma cultura de aceitação e apoio aos jovens que buscam cuidados de saúde.