Em Cabo Verde, a transição para a velhice deveria ser um momento de descanso, mas muitos enfrentam um futuro incerto após a reforma. Histórias de cidadãos como Augusto Rodrigues, que se sentiu desolado ao receber a notícia da sua aposentadoria, expõem a vulnerabilidade de quem chegou tarde ao sistema formal. Por outro lado, Sandra Custódio, uma jornalista com 41 anos de carreira, lamenta não ter alcançado o topo da carreira remuneratória devido a falhas no sistema. Madalena Rodrigues, uma educadora com quase 34 anos de serviço, viu-se excluída de um novo plano de carreiras, resultando em perdas significativas na sua pensão. Estas narrativas ilustram as dificuldades enfrentadas por muitos cabo-verdianos na fase da reforma.