O Conselho Nacional de Transição da Guiné-Bissau anunciou que as eleições gerais marcadas para 6 de Dezembro decidirão se o país permanecerá na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Desde o golpe militar de 26 de Novembro de 2025, a Guiné-Bissau está suspensa da CPLP, que foi presidida pelo país antes do golpe. O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, revelou que o seu país assumirá a presidência da CPLP, o que gerou reações de descontentamento por parte dos militares guineenses, que questionam a legitimidade dessa decisão. Os militares criticaram a CPLP por não ter enviado uma missão ao país após o golpe e expressaram seu desagrado em relação ao tratamento que a Guiné-Bissau tem recebido. O Conselho Nacional de Transição declarou que o vencedor das próximas eleições terá a responsabilidade de decidir sobre a integração do país na CPLP, afirmando que não desejam ser tratados como um