A formação farmacêutica que estava programada para ocorrer em Cabo Verde foi suspensa devido à falta de vistos para os participantes provenientes da Guiné-Bissau e Angola. Este imprevisto não só afeta a formação em si, mas também levanta questões sobre a mobilidade de profissionais de saúde na região. A situação reflete desafios maiores na colaboração internacional em áreas críticas como a saúde, onde a troca de conhecimentos e experiências é fundamental. As autoridades locais estão a trabalhar para resolver a questão dos vistos, mas a incerteza persiste sobre quando a formação poderá ser retomada.