Durante a 9.ª Edição do Congresso Mundial contra a Pena de Morte, que ocorre em Paris, os ministros da Justiça de Marrocos e do Líbano reafirmaram seus compromissos para abolir a pena de morte. O ministro marroquino, Abdellatif Wahbe, destacou que Marrocos está trabalhando em uma reforma do Código Penal que incluirá um roteiro para a abolição, embora tenha evitado compromissos concretos sobre prazos. Por outro lado, o ministro da Justiça libanês, Adel Nassar, anunciou que o governo do Líbano aprovou um projeto de lei para abolir a pena de morte, que já recebeu parecer favorável das comissões parlamentares. Nassar reconheceu que a decisão de abolir a pena de morte pode parecer surpreendente em um país com um histórico de violência, mas argumentou que essa determinação é ainda mais significativa nesse contexto. Ele enfatizou que a abolição não deve atenuar a condenação dos crimes, mas sim ser acompanhada de compaixão pelas vítimas. O secretário-geral do Conselho da Europa, Alain Berset, também lembrou que desde 1997 não houve execuções em nenhum dos Estados-membros da organização, que se opõe à pena de morte em qualquer circunstância. O congresso destaca que 114 países já aboliram a pena de morte, mas alerta para o aumento das execuções em outros Estados, onde a pena capital é utilizada como instrumento de repressão política e controle social.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoMarrocos y Líbano Reafirma Caminhu pa Abolição di Pena di Morti
Duranti 9.ª Ediçon di Congresso Mundial kontra Pena di Morti, ki ta ocorri na Paris, ministrus di Justisa di Marrocos y di Líbano reafirmá seus compromissus pa abolição di pena di morti. Ministru marroquinu, Abdellatif Wahbe, destaca ki Marrocos ta trabadja na reforma di Código Penal ki ta inklui un roteiro pa abolição, mas el ka ta toma compromissus konkretus sobre prazos. Por outro lado, ministro di Justisa libanês, Adel Nassar, anunsiá ki governu di Líbano aprová un projeto di lei pa abolição di pena di morti, ki já recebé parecer favorável di komissões parlamentares.
Nassar reconhece ki decisão di abolição di pena di morti pode parece surpreendente na un país ku un história di violência, mas el argumenta ki es determinação é ainda más significativa nese kontextu. El enfatiza ki abolição ka deve atenua condena di krimis, mas sim ser acompanhada di kompaixão pa vítimas.
Sekretáriu-geral di Konsel di Europa, Alain Berset, tamién lembre ki desde 1997 ka houve execuções na nenhum di Stadu-membros di organização, ki se opõe a pena di morti en qualquer circunstância. Congresso destaca ki 114 países já abolí pena di morti, mas alerta pa aumentu di execuções na outus Stadu, undi pena capital é utilizada como instrumento di repressão política y kontrolu social.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.


