Luís José Landim, em resposta a críticas, defendeu a imparcialidade do Ministério Público, afirmando que a instituição realiza investigações apenas quando há indícios de crimes. Ele também criticou a proposta do PAICV de escolher o procurador-geral da República por concurso, alegando que o quadro legal atual não permite tal prática e que isso poderia comprometer a qualidade dos candidatos. Landim destacou que sua atuação ao longo de mais de três décadas foi sempre pautada pela serenidade e respeito à lei, e que aguarda a nomeação de seu sucessor desde que seu mandato terminou há um ano e nove meses.