A situação no Médio Oriente está a deteriorar-se rapidamente, com a população a viver sob constante medo de ataques. A guerra entre os Estados Unidos e o Irão resultou na morte de três militares norte-americanos e em ataques aéreos contínuos na região. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reporta que 50 pessoas morreram e mais de 500 ficaram feridas no Irão, incluindo crianças, devido aos conflitos em curso. Os ataques têm impactos diretos em infraestruturas essenciais, como a recente destruição de uma central de dessalinização em Hormozgan, que deixou milhares sem acesso a água potável. Além disso, explosões próximas a hospitais forçaram a evacuação de crianças em tratamento contra o cancro, aumentando a preocupação com a segurança da população civil. Os efeitos dos ataques não se limitam ao Irão, com relatos de feridos em países vizinhos como Catar, Bahrein e Kuwait. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) também está a monitorar a situação, especialmente após relatos de ataques a uma central nuclear em construção, embora não se acredite que haja risco radiológico imediato. A necessidade de contenção militar nas proximidades de instalações nucleares é cada vez mais urgente.