O presidente do Conselho Diretivo da Pró-Empresa, Edney Cabral, confirmou ter recebido uma indemnização de 1.979.550$00 por cessação antecipada do contrato de gestão, mas afirma que o processo foi autorizado pelo ministro da Promoção de Investimentos. Apesar da indemnização, Cabral continuou a receber o salário mensal, o que gerou críticas sobre a regularidade da situação. Fontes do Ministério da Economia Digital contestam a permanência remunerada dos gestores, afirmando que a indemnização deveria ser processada pela nova administração. A situação levanta questões sobre a transparência e a legalidade dos atos administrativos na gestão pública.