A Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC) fez uma denúncia grave sobre a alegada perseguição profissional que o jornalista Elvis Neves, da Rádio de Cabo Verde (RCV), está a enfrentar. O caso envolve o diretor da RCV, Marcos Fonseca, que é acusado de impor novas exigências funcionais e limitações ao exercício das funções de Neves, especialmente em relação à cobertura da Seleção Nacional Feminina de Futebol na Taça das Nações Africanas (CAN 2026) em Marrocos. Apesar de ter sido enviado em missão oficial, as reportagens de Neves foram censuradas, impedindo a sua transmissão e retirando a autoria do seu trabalho. A AJOC destaca que, se as alegações forem confirmadas, isso representa uma violação grave da liberdade de imprensa e dos direitos do jornalista, criando um bloqueio à divulgação do seu trabalho. Além disso, a associação expressou preocupação com a inclusão de um alegado caderno de encargos que poderia representar pressão laboral e alteração unilateral das condições de trabalho de Neves, sem a devida compensação ou alteração formal do contrato. A postura silenciosa do Conselho de Administração da RTC também foi criticada pela AJOC, que considera que a falta de uma intervenção clara e o apelo à serenidade durante o processo de averiguação podem transmitir uma percepção de distanciamento institucional em relação a situações que comprometem os direitos profissionais dos jornalistas. A AJOC sublinha que a abertura de um processo de averiguações não deve servir como justificativa para a manutenção de situações que possam causar danos irreparáveis à reputação profissional de um jornalista.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoAJOC Denúncia Perseguiçon Profisional kontra Jornalista Elvis Neves
Associação Sindikal di Jornalistas di Kabu Verdi (AJOC) ta faze un denúncia gravu sobre alegada perseguiçon profesional ki jornalista Elvis Neves, di Rádio di Kabu Verdi (RCV), ta enfrenta. Kazu ta envolve direktor di RCV, Marcos Fonseca, ki é akuzadu di impô nova exigênsia funcional e limitações na funsion di Neves, especialmente na cobertura di Seleção Nacional Feminina di Futebol na Taça di Nason Afrikanu (CAN 2026) na Marroku. Malgratu ki Neves foi mandadu na missão ofisial, se reportajen foi censuradu, impedindu se transmissão e tirandu a autoria di se trabadju.
AJOC ta destaka ki, se alegason for konfirmadu, es ta representa un violason gravu di liberdade di imprensa e di direitos di jornalista, kria un bloquiu na divulgação di se trabadju. Pus, a associação ta exprimi preokupason ku inclusão di un alegadu caderno di encargus ki podi representa pressão laboral e alteração unilateral di condições di trabadju di Neves, sem divida kompensason ou alteração formal di kontratu.
AJOC ta kritika postura silenciosa di Conselho di Administração di RTC, ki ta considera ki falta di un intervençon klaru e apelu pa serenidade durante procesu di averiguação podi transmiti un percepção di distansamentu institucional na relason a situações ki ta komprometi direitos profesionals di jornalistas. AJOC ta sublinha ki abertura di un processo di averiguação não deve servi como justifikason pa manutençon di situações ki podi causa danos irreparáveis a reputação profesional di un jornalista.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.



