A vereadora do PAICV na Câmara Municipal do Tarrafal de São Nicolau, Magui Arlene, rejeitou as acusações do presidente da câmara, Neivo Araújo, sobre a ausência da oposição, afirmando que o impasse se deve à falta de diálogo e organização do executivo. Em uma conferência de imprensa, Arlene destacou que o executivo perdeu a maioria política e não conseguiu construir consensos essenciais para a governabilidade do município. Ela criticou a postura do presidente, que, segundo ela, tem convocado reuniões de forma irregular e tardia, prejudicando o funcionamento da câmara. Arlene também mencionou que, após a ruptura da coligação liderada pelo Movimento para a Democracia (MpD), o presidente passou a governar sem uma maioria absoluta, não podendo culpar a oposição pelas dificuldades enfrentadas. A vereadora enfatizou que a acusação de que a oposição paralisa o município é falsa e infundada, atribuindo a responsabilidade ao comportamento ditatorial do presidente. Além disso, Magui Arlene denunciou a falta de uma secretária municipal desde janeiro, o que compromete ainda mais a operação da câmara. Ela afirmou que nenhuma câmara pode funcionar adequadamente sem esse cargo essencial e pediu a intervenção das autoridades competentes e do Governo para restaurar a normalidade no funcionamento da câmara. O PAICV se mostrou disponível para apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento do concelho e o bem-estar dos munícipes.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoPAICV Rejeita Akuzason i Responsabiliza Prizidenti di Kâma di Tarrafal
Vereadora di PAICV na Kâma Municipal di Tarrafal di São Nicolau, Magui Arlene, rejeitou akuzason di prizidenti di kâma, Neivo Araújo, sobre ausência di oposição, afirmando ki impasse é devido a falta di diálogo i organizason di executivo. Na un konferénsia di imprensa, Arlene destacou ki executivo perdi maioria polítika i não consegui konstrui konsensos essensiais pa governabilidade di município. Ela kritikou postura di prizidenti, ki, segundo ela, tem convocadu reunions di forma irregular i tardia, prejudikandu funcionamento di kâma.
Arlene tamién mencionou ki, após rutura di koligason liderada pelo Movimento pa a Demokracia (MpD), prizidenti passou a governá sem un maioria absoluta, não pudi kuplí opozison pa dificuldades ki ta enfrenta. Vereadora enfatizou ki akuzason di ki oposição paralisa município é falsa i infundada, atribuindo responsabilidade a komportamentu ditatorial di prizidenti.
Além di isso, Magui Arlene denunciou falta di un sekretária municipal desde janeiro, ki komprometi ainda más operação di kâma. Ela afirmou ki ninhun kâma pode funciona adequadamente sem es cargo essensial i pediu intervenção di autoridades kompetentes i di Governu pa restaura normalidade na funcionamento di kâma. PAICV se mostrou disponível pa apoya iniciativas ki promove desenvolvimentu di koncelhu i bem-estar di munícipes.
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