A direção da FIFA pediu desculpas pelo plano do presidente de abrir o Mundial ao investimento privado, que foi descartado após críticas. O Conselho de Administração da FIFA reconheceu erros na divulgação da proposta e reafirmou o apoio à permanência de Infantino como presidente. A FIFA enviou uma carta aos membros do Conselho e às associações, prometendo uma revisão e destacando que não tolerará ataques à sua integridade. A proposta controversa envolvia a venda de uma participação de 20% em uma nova entidade de direitos comerciais, criticada por sua ligação a uma empresa com conexões familiares ao Presidente dos EUA. A UEFA e a CONCACAF expressaram desconfiança na liderança de Infantino, e a Confederação Asiática de Futebol criticou a falta de consulta prévia. A FIFA também enfrentou críticas pelo curto prazo para avaliar a expansão do Mundial de 48 para 64 seleções para 2030.