A remoção de cerca de 40 hectares de acácia americana na ilha do Maio, utilizando técnicas de bloqueio da fotossíntese, tem permitido diminuir os impactos da espécie no solo e aumentar a disponibilidade de água. A Fundação Maio Biodiversidade desenvolve um projeto desde 2022 para cortar as acácias em ecossistemas frágeis, tendo já removido a espécie em várias áreas, incluindo as salinas do Porto Inglês e as dunas do Parque do Norte. O coordenador do projeto destacou que a técnica de bloqueio da fotossíntese é eficaz, pois elimina completamente a árvore sem possibilidade de regeneração. A remoção das acácias tem contribuído para aumentar a disponibilidade de água nos poços e favorecer a presença de aves na ilha. Além disso, o projeto tem gerado emprego para as comunidades locais e incentivado a plantação de espécies nativas.