A Organização Internacional para as Migrações (OIM) publicou um relatório que revela que as rotas migratórias em África estão a mudar devido ao reforço dos controlos fronteiriços, mas os riscos de morte, exploração e tráfico permanecem elevados. Na Rota Atlântica da África Ocidental, as chegadas caíram 78%, mas a OIM alerta que isso não significa uma diminuição dos riscos, pois os pontos de partida estão a deslocar-se para o sul. A OIM também reportou 1.364 retornos e 155 mortes na mesma rota, com o afogamento a ser a principal causa de morte. Na Rota Oriental do Corno de África, houve um aumento de chegadas ao Iémen, mas a rota continua a ser perigosa devido ao conflito em curso. A OIM contabilizou 105 mortes nesta rota. Por fim, na Rota da África Oriental e Austral, os movimentos para a África do Sul diminuíram 39%, com um aumento nos retornos. A OIM associou a redução a um reforço do controlo migratório na África do Sul.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoRota di migrason na Áfrika ta mudá, mas risku ta permanese altu - OIM
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) publika un relatório ki mostra ki rotas di migrason na Áfrika ta mudá por causa di kontrol di fronteira, mas riskus di morte, eksplorason i tráfico ta permanese altu. Na Rota Atlântica di África Ocidental, chegadas kaí 78%, mas a OIM ta alerta ki es nu signifika ki riskus ta diminui, pois pontos di partida ta mudá pa sul. A OIM tmb reporta 1.364 retornus i 155 mortes na mesma rota, ku afogamentu ta ser a principal causa di morte. Na Rota Oriental di Corno di África, teve un aumentu di chegadas pa Iémen, mas rota continua a ser perigosa por causa di konflitu ki ta pasa. A OIM contabiliza 105 mortes nesta rota. Por fim, na Rota di África Oriental i Austral, movimentos pa África di Sul kaí 39%, ku un aumentu di retornus. A OIM asocia reduçon a un reforço di kontrol di migrason na África di Sul.
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