O vice-presidente da bancada parlamentar do PAICV, João Brito, acusou o MpD de atribuir ao Conselho das Finanças Públicas (CFP) conclusões inexistentes no relatório sobre o Orçamento reprogramado de 2026. Ele rejeitou a ideia de que o documento do CFP valida a gestão das finanças públicas pelo anterior Governo e expressou preocupação com o uso contínuo de reprogramações orçamentais, que fragilizam o controle parlamentar. Brito destacou a recomendação do CFP para a publicação de um quadro consolidado de todas as alterações orçamentais, enfatizando a necessidade de maior transparência. Ele também levantou reservas sobre o aumento significativo na dotação para empréstimos externos, exigindo esclarecimentos sobre o uso dessas verbas. Brito concluiu que a reprogramação orçamental deve ser um mecanismo excecional e não uma prática regular.