O primeiro-ministro justificou a rejeição da nomeação de Júlio César Martins pelo Presidente da República como uma decisão normal em democracia. Ele explicou que o Governo tem o poder de escolher e propor, enquanto o Presidente da República pode concordar ou não, afirmando que isso faz parte do funcionamento do jogo democrático. O chefe do Governo também comentou sobre a importância de compreender os poderes de cada órgão de soberania. Após a recusa presidencial, o Governo agora terá que apresentar uma nova proposta para o cargo de procurador-geral da República.