O rastreamento de contactos insuficiente e a falta de centros de tratamento em algumas localidades continuam a dificultar a resposta à epidemia de Ébola na República Democrática do Congo, alertaram as autoridades congolesas. O Instituto Nacional de Saúde Pública congolês declarou que a resposta à epidemia enfrenta uma baixa capacidade de acolhimento e a ausência de centros de tratamento de Ébola em algumas áreas de saúde. As autoridades da RDCongo alertam para um baixo acompanhamento dos contactos de casos confirmados, principalmente na província de Bas-Uélé, devido à falta de equipas dedicadas. A epidemia é a segunda mais mortal da história, superando a que ocorreu entre 2018 e 2020, mas ainda está longe de ser a mais grave já registada. O vírus do Ébola é transmitido por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados.