Os guineenses estão a votar este domingo em um referendo sobre a nova Constituição, mas há preocupações sobre a transparência do processo devido à falta de fiscalização neutra. Sabino Gomes Júnior critica o papel do Conselho Nacional de Transição, que é responsável pela proposta constitucional e também controla o referendo, o que, segundo ele, compromete a confiança do povo no processo. Ele alerta que a aprovação da Constituição pode levar a um período de incerteza política e defende que a sociedade deve discutir o futuro do país. Júnior argumenta que a imposição de decisões pelo Conselho Nacional de Transição impede a confiança entre o povo e o governo de transição, e propõe o boicote ao referendo como uma forma de chamar a atenção para a falta de condições adequadas para um resultado credível.