O artigo analisa a vida de Kwame Nkrumah durante seu exílio em Guiné Conakry, enfatizando a dualidade de sua imagem como herói e as críticas à sua gestão econômica. Nkrumah, que foi o primeiro Presidente do Gana e um importante pan-africanista, apoiou movimentos de libertação em várias colônias africanas. Após ser deposto em 1966, ele escolheu Guiné Conakry como seu local de exílio, onde foi recebido por Sékou Toure, que lhe ofereceu hospitalidade e o título de co-Presidente, embora isso não se concretizasse na prática. O artigo também menciona tentativas de assassinato contra Nkrumah e a relação entre Gana e Guiné, que na época estavam ligadas por um tratado de cooperação.