O Siacsa denunciou a falta de equipamentos de salvamento e proteção para nadadores-salvadores, além da ausência de um vínculo laboral definido com as entidades responsáveis. O presidente do sindicato expressou preocupação com a situação laboral, destacando que a Câmara Municipal de São Vicente e o Instituto Marítimo e Portuário não assumem responsabilidade pela classe. O sindicalista defendeu que os nadadores-salvadores devem ser tratados como uma classe profissional especial e pediu a criação de um estatuto específico, além de melhores condições de trabalho e remuneração compatível com a responsabilidade da função.