As forças da oposição na Guiné-Bissau classificam o referendo constitucional como um “fracasso total”, com uma abstenção que afirmam ser superior a 90%, interpretando-a como uma rejeição ao regime militar. Num comunicado, agradeceram ao povo pela resposta ao apelo ao boicote. O analista João Conduto destaca a importância do diálogo político e a necessidade de corrigir o que está mal, afirmando que a vontade popular deve ser respeitada. Ele expressa dúvidas sobre a disposição do regime em recuar, mas acredita que será obrigado a fazê-lo, pois o povo demonstrou claramente o seu descontentamento ao boicotar o referendo. Conduto também menciona que um diálogo político inclusivo é necessário para restabelecer a ordem constitucional e promover o progresso na Guiné-Bissau.
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Referendo na Guiné-Bissau: “O regime será obrigado a recuar”




