A Associação para Defesa do Consumidor (ADECO) manifestou preocupação com a nova subida dos preços dos combustíveis, que aumentaram em média 4,51% em setembro. A associação defende a avaliação de medidas temporárias de mitigação para reduzir o impacto sobre as famílias e a economia, destacando que o aumento pode provocar efeitos em cadeia sobre os preços de bens e serviços. A ADECO apela ao Governo e a outros intervenientes para uma resposta coordenada, incluindo o reforço das tarifas sociais de eletricidade e água para os agregados mais vulneráveis. A associação também sugere a revisão das componentes fiscais dos combustíveis e a necessidade de soluções que conciliem sustentabilidade financeira e justiça social.