Quarenta e cinco anos após os eventos de 31 de agosto de 1981, a memória de Santo Antão exige que o PAICV reconheça as violências cometidas pelo regime de partido único. O artigo destaca a necessidade de um pedido de desculpas formal do PAICV às vítimas e suas famílias, além de propostas para a integração desses eventos na educação e a construção de um memorial. O atual Primeiro-Ministro é criticado por sua resposta a acusações de má gestão, que ele classificou como uma tentativa de golpe, levantando preocupações sobre a pressão política sobre instituições da República.