O artigo começa com uma referência à história de Alice no país das maravilhas para ilustrar a realidade e a tentativa de moldar a verdade conforme interesses pessoais. O autor destaca a importância de um novo Procurador-Geral da República que pense fora da caixa, especialmente após as eleições presidenciais. A recente decisão da Presidência da República de não nomear um Procurador-Geral proposto pelo Governo é vista como uma reabertura de uma ferida antiga, revelando um duplo padrão na aplicação da lei. O texto menciona que entre 2005 e 2009, o Conselho Superior do Ministério Público concedeu licenças a magistrados para funções em organismos internacionais, mas após o término da missão da ONU em Timor-Leste, muitos não retornaram conforme exigido pela lei, levantando questões sobre a ética e a justiça no sistema judicial do país.