O artigo analisa a postura do Dr. Germano Almeida, sugerindo uma inclinação para a arrogância e uma resistência ao escrutínio público. Apesar de seu prestígio como escritor e intelectual, o autor critica a aversão de Almeida a críticas legítimas sobre sua postura como figura pública. O texto menciona a trajetória de Almeida, incluindo sua participação na história recente de Cabo Verde e sua posição como Magistrado do Ministério Público. A crítica se aprofunda na aparente contradição de Almeida, que, sendo um dos construtores da justiça pós-independência, parece hoje demolir essa mesma justiça, elogiando a justiça colonial. O autor reafirma sua posição sobre um processo jurisdicional, enfatizando que sua análise se concentra na ordem jurídica e não na pessoa do arguido.