O Governo admite que a extinção da Universidade Técnica do Atlântico e a integração das suas faculdades na Universidade de Cabo Verde é uma possibilidade para racionalizar recursos. O ministro da Educação, Formação Profissional, Ensino Superior, Ciência e Inovação, durante uma visita a São Vicente, afirmou que a questão central é se faz sentido haver duas universidades públicas em Cabo Verde, considerando o número reduzido de alunos. Ele mencionou um estudo do Banco Mundial que conclui que uma universidade precisa de uma base populacional de pelo menos um milhão de habitantes para ser sustentável, o que não é o caso em Cabo Verde. O ministro destacou a importância da qualidade do corpo docente e a necessidade de evitar a fragmentação das instituições de ensino superior, que pode dificultar o desenvolvimento e a qualidade do ensino. A missão do ministro inclui reuniões com delegados do Ministério da Educação e a Reitoria da Universidade Técnica do Atlântico para avaliar as condições existentes e identificar desafios no setor antes do novo ano letivo.
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Governo admite extinguir UTA para racionalizar recursos




