A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que sejam necessárias 1.600 camas hospitalares e mais 5.000 profissionais de saúde para responder à epidemia de ébola na República Democrática do Congo (RDCongo). Desde Maio, foram disponibilizadas cerca de 1.400 camas em 59 centros especializados de tratamento, mas o número de doentes implica a necessidade de meios adicionais. Atualmente, existem 4.000 profissionais, mas são necessários 9.000 no total, uma vez que a doença requer três profissionais de saúde por cada doente. O número de casos na RDCongo aumentou para 6.686, com 1.563 doentes recuperados e 3.226 mortes, resultando numa taxa de letalidade de 48,3%. A OMS considera que a resposta ao ébola necessita de novos parceiros e organizações internacionais para ajudar a manter as instalações operacionais e a prestar cuidados aos doentes.