A Moave informou que o lote de 184 toneladas de milho destruído em S. Vicente não se encontrava em condições de consumo humano ou animal, devido a um estado de degradação biológica e contaminação. A empresa repudiou insinuações sobre condicionamento do mercado e esclareceu que a gestão dos silos é da competência do Governo. O lote foi introduzido nos silos em 2023 e, após múltiplas diligências e prazos para a CIC proceder ao levantamento da mercadoria, a Moave avançou para a eliminação do lote deteriorado, em cumprimento da lei. A operação foi autorizada e acompanhada por autoridades competentes.